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dc.contributor.advisorBessa, José Pedro Barbosa Gonçalves dept
dc.contributor.authorSilva, Patrícia Isabel Bastospt
dc.date.accessioned2013-11-12T11:37:13Z-
dc.date.available2013-11-12T11:37:13Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10773/11368-
dc.descriptionMestrado em Criação Artística e Contemporâneapt
dc.description.abstractPor quotidiano entende-se aquilo que engloba a rotina, o ordinário, o dia-a-dia. É, no entanto, uma palavra que representa algo muito mais amplo e indeterminável do que se possa conseguir compor numa simples definição, uma vez que é quase impossível a tarefa de conseguir descrever nele tudo o que dele faz parte, de tão ambíguo que pode também ser. Essas suas qualidades de ser ambíguo e indeterminável são valorizadas por alguns artistas desde o início do séc. XX (Johnstone, 2008:15). Os Dadaístas usaram-no para desenvolver uma crítica social em torno de uma cultura que viam marcada por repetitivos e vulgares trabalhos, justificados com a necessidade de produção numa sociedade capitalista que renunciava ao prazer. O presente artigo propõe uma análise da evolução das diferentes formas de uso do quotidiano na arte desde os Dadaístas até aos dias de hoje, tomando como referência alguns artistas contemporâneos que são motivados pelo quotidiano, numa mesma vontade de reformular, de valorizar e não deixar perdido ou fechado, acontecimentos, objetos e experiências vividas. Ajudando no atenuar da barreira entre o público e o privado e acompanhando assim as tendências de uma sociedade onde essa fronteira se torna cada vez mais ambígua.pt
dc.description.abstractFor everyday can be understood what encompasses the routine, ordinary, daily life, although is always a much more complex word that represents something indeterminable and, the simple task of describes everything that makes part of it, is such ambiguous too. That quality of being ambiguous and indeterminable is prized by some artists since the beginning of the XX century (Johnstone, 2008:15). The Dadaists developed a social critique about the culture, because for them the modern daily life was marked by repetitive and vulgar works, justified by the need to produce a society which stated capitalist, in a clear renunciation of pleasure. This study proposes an analysis of the evolution of different forms of using everyday in art since the Dadaists till today. Referring few contemporary artists who are motivated by everyday life and for what he gives us, in the same willingness to reshape, to value and not let lost or closed events, objects and experiences. The barrier of public and private becomes increasingly blurred, following as well the demands of a society increasingly exposed.pt
dc.language.isoporpt
dc.publisherUniversidade de Aveiropt
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectCriação artísticapt
dc.subjectArte contemporâneapt
dc.titleO quotidiano na arte contemporâneapt
dc.typemasterThesispt
thesis.degree.levelmestradopt
thesis.degree.grantorUniversidade de Aveiropt
dc.identifier.tid201588633-
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UA - Dissertações de mestrado

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