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Title: Cryptocurrencies: return, risk, perfomance, relationship with other assets and composition of investment portfolios: Covid challenges
Other Titles: Criptomoedas: retorno, risco, perfomance, relação com outros ativos e composição de carteiras de investimento: desafios Covid
Author: Santos, Marco José Costa dos
Advisor: Madaleno, Mara
Lobão, Júlio
Keywords: Contagion effects
Cryptocurrencies
Forex
Stock indexes
Optimal portfolios
Pearson correlation
MGARCH
Impulse Response Function
Defense Date: 14-Dec-2021
Abstract: Cryptocurrencies have been increasing their relevance in academic life and, especially, among investors. This market is still not mature, as it has now only reached a decade of existence. However, cryptos performed impressively in terms of returns, despite having strong volatility. As an interesting asset in terms of investment, it is important to understand its risk-return performance, the relationship with other financial assets (e.g.: forex and stocks), and the impact of its inclusion in investment portfolios. Therefore, we use Pearson's correlation to test the relationship between variables of the same asset class, and to see those that are more similar, we study the Impulse Response Function (IRF) to understand the impact that a shock on one asset generates on the other, and finally, we apply the multivariate GARCH to evaluate the existing connections in terms of volatility. To estimate the optimal investment portfolios we use the Markovitz model and the Sharpe Ratio. All these phases were carried out for the period from 2015 to 2021, and the period of COVID-19 was also analyzed separately. The cryptocurrencies that will be studied are Bitcoin, Ethereum, Ripple, Litecoin, Dash, Stellar, Monero, Dogecoin, Verge, NXT. The fiat currencies in the analysis are the American dollar, euro, British pound, Japanese yen, Australian dollar, swiss-franc, Canadian dollar, and New Zealand dollar. In terms of stock indexes we use S&P500, STOXX 50, FTSE 100, NIKKEI 225, ASX 200, SMI, TSX e NZX 50 During the phases of this research work, we concluded that the forex market and stock indexes still do not have great relevance in the cryptocurrency price trend and vice versa. It was also found that the cryptocurrency market is more interconnected than other asset classes, with the impacts of shocks occurring in digital assets is more accentuated than in all others. The same happens for volatility. Regarding the optimal portfolio, we can note that, including the American S&P500 index and gold in a portfolio, the best solution is to hold 20% of Bitcoin and 7% of Ethereum as well. With the arrival of the pandemic, all the previous points became even more salient and the presence of cryptocurrencies in the optimal portfolio is also greater. This study will allow investors to have more information in the decision-making process for their investments and will also allow policy makers to better understand the evolutionary trends of cryptocurrencies, considering its future regulation and eventual adoption for the monetary system.
As criptomoedas têm vindo a ganhar cada vez mais espaço na vida académica e, especialmente, dos investidores. Este mercado ainda está pouco maturado, uma vez que atingiu agora uma década de existência apenas. No geral, as cryptomoedas tiveram uma performance impressionante ao nível dos retornos, apesar de apresentarem ainda uma enorme volatilidade. Sendo um ativo interessante em termos de investimento, importa perceber a sua performance risco-retorno, a relação com outros ativos financeiros (e.g.: mercado cambial e índices bolsistas), e o impacto da sua inclusão em portfolios de investimento. Nesse sentido usamos a correlação de Pearson para testar a relação entre as variáveis da mesma classe de ativos e para perceber os que são mais semelhantes, estudamos a Impulse Response Function (IRF) para perceber o impacto que um choque num ativo gera no outro, e por fim aplicamos o modelo multivariado GARCH para perceber as conexões existentes em termos de volatilidade. Para estimar as carteiras de investimento ótimas recorremos ao modelo de Markovitz e ao Índice de Sharpe. Todas estas aplicações consideraram o período de 2015 a 2021, sendo que o período do COVID-19 foi também analisado separadamente. As criptomoedas em estudo são: Bitcoin, Ethereum, Ripple, Litecoin, Dash, Stellar, Monero, Dogecoin, Verge, NXT. As moedas fiduciárias analisadas são: dólar americano, euro, libra esterlina, yen japonês, dólar australiano, franco suíço, dólar canadiano e o dólar neozelandês. Em termos de índices bolsistas incluímos o S&P500, STOXX 50, FTSE 100, NIKKEI 225, ASX 200, SMI, TSX e NZX 50. Durante as etapas desta investigação concluímos que o mercado forex e dos índices bolsistas ainda não têm grande relevância na tendência do preço das criptomoedas, e vice versa. Verificou-se também que o mercado das criptomoedas é mais interligado do que o das outras classes de ativos, sendo que os impactos dos choques ocorridos nos ativos digitais são mais acentuados do que em todos os outros. Ao nível da volatilidade acontece o mesmo. Relativamente ao portfolio ótimo podemos notar que, incluindo o índice americano S&P500 e ouro numa carteira, a melhor solução é deter 20% de Bitcoin e 7% de Ethereum simultaneamente. Com a chegada da pandemia, todos os pontos anteriores ficaram ainda mais salientes e a recomendação para a presença de criptomoedas nas carteiras ótimas é também superior em termos percentuais. Este estudo permitirá aos investidores terem mais informação no processo de tomada de decisão dos seus investimentos e permite ainda aos decisores políticos perceber um pouco melhor as tendências evolutivas das criptomoedas, tendo em vista a sua futura regulação e eventual adoção para o sistema monetário.
URI: http://hdl.handle.net/10773/33960
Appears in Collections:UA - Dissertações de mestrado
DEGEIT - Dissertações de mestrado

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