Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10773/27758
Title: Macroalgas marinhas para a recuperação de elementos terras raras
Author: Pinto, João Pedro Dias
Advisor: Pereira, Maria Eduarda da Cunha
Henriques, Bruno Manuel Galinho
Keywords: Bioacumulação
Macroalgas marinhas
Terras raras
Remoção
Água
Defense Date: 2019
Abstract: A capacidade de macroalgas marinhas na remoção e recuperação de elementos de elevado interesse económico, nomeadamente elementos do grupo das terras raras foi testada em ambiente controlado, através de ensaios de exposição a soluções monoelementares. As algas demonstraram capacidade de acumular nos seus tecidos estes elementos, no entanto, verificaram-se diferenças entre algas e entre elementos. As maiores percentagens de remoção foram obtidas pelas espécies U. lactuca e Gracilaria sp., tendo sido verificadas remoções na ordem dos 60% para todas as concentrações testadas com U. lactuca. Verificaram-se diferenças na capacidade de remoção de diferentes elementos pela mesma espécie de alga (excetuando a U. lactuca), com uma tendência para a existência de menores remoções de elementos com maior número atómico. Devido às suas elevadas taxas de crescimento e resiliência sob condições laboratoriais, a U. lactuca foi considerada a melhor espécie entre as algas testadas para uma potencial aplicação na recuperação de terras raras à escala industrial.
The capacity of marine macroalgae for the removal and recovery of elements with high economic value, namely the rare-earth elements, was tested in a controlled environment through bioaccumulation assays in monoelement solutions. The algae demonstrated the ability to accumulate these elements in their tissues, however, differences between algae and between elements were observed. The highest percentages of removal were obtained by the species U. lactuca and Gracilaria sp., with removals above 60% for all concentrations tested with U. lactuca. Differences in the capacity of removal of different elements by the same species of algae (except for U. lactuca) were observed, with a tendency for smaller removals for elements with higher atomic number. Due to its high growth rates and resilience under laboratory conditions, U. lactuca was considered to be the best species among the tested algae for a potential application in rare earth recovery on an industrial scale.
URI: http://hdl.handle.net/10773/27758
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UA - Dissertações de mestrado

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