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dc.contributor.advisorPortugal, Gabrielapt
dc.contributor.advisorNeto, Carlos Ferreirapt
dc.contributor.authorFigueiredo, Aidapt
dc.date.accessioned2015-05-18T14:10:32Z-
dc.date.available2015-05-18T14:10:32Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10773/14081-
dc.descriptionDoutoramento em Psicologiapt
dc.description.abstractO estudo tem como quadro conceptual a Teoria da Perceção Ecológica de Gibson e a Abordagem Experiencial de Laevers e pretende compreender as interações das crianças com o espaço exterior em contexto de jardim de infância, em situação de jogo livre. O estudo decorreu em III fases distintas, mas interligadas. Na fase I foi constituída uma amostra com 19 grupos de crianças e respetivos educadores, a exercerem funções em quatro jardins de infância, situados nas cidades de Coimbra e de Aveiro. A recolha de dados desta fase foi realizada através do preenchimento de uma grelha, pelos educadores, de fevereiro a maio de 2011, em cada saída ao exterior. Paralelamente foram selecionadas 16 crianças, quatro em cada jardim de infância, com idades compreendidas entre os 4 anos e os 4 anos e 12 meses, tendo-se realizado observações das suas interações com os espaços exteriores, de fevereiro a maio de 2011, registadas em vídeo e mapas de comportamento (Fases II e III). Na análise dos dados recorreu-se a metodologia com enfoque quantitativo e qualitativo, tendo sido utilizados, para o efeito, os programas informáticos SPSS versão 17.0 e WebQDA, versão 1.0. Foram, igualmente utilizados mapas de comportamento para a Fase III. Os dados das Fases II e III foram codificados em cinco sistemas categoriais de análise: Comportamento Social, Tipo de Jogo, Atividade Física, Materiais e Equipamentos e Implicação. Os resultados indicam que as crianças permanecem pouco tempo nos espaços exteriores e com condições climatéricas favoráveis – temperatura moderada e ausência de chuva. Relativamente à implicação, os resultados evidenciam níveis baixos de implicação, sendo mais elevados em espaços com elementos da natureza. Quanto às restantes categorias analisadas, as interações sociais paralelas e associativas são as mais frequentes, sendo as últimas promovidas essencialmente em espaços naturais. O tipo de jogo que emerge em maior número é o funcional, embora os níveis de atividade física das crianças sejam preocupantes, sendo as ações motoras mais observadas “estar de pé” e “andar”.pt
dc.description.abstractThe conceptual framework of this study is the Ecological Perception Theory of Gibson and Laevers’ Experiential Education approach. The aim of the present study is the investigation of children’s interactions with the kindergartens’ outdoor environments during free play. The study consisted in three disctint phases but interconnected. In phase I, the sample is comprised of 19 early childhood teachers working in four kindergartens, located in Coimbra and Aveiro. We started the data collection by asking to the nineteen childhood teachers to complete a form from February to May 2011, each time they went out with children. In a second phase we made a selection of 16 children, 4 from each kindergarten, aged between 4 years and 4 years and 12 months and we started to make systematic observations, from February to May 2011, of children’s interactions with the outdoor environment. During that time we made video recordings and behaviour mappings (Phases II and III). In data analysis we resorted to quantitative and qualitative methodologies using the softwares SPSS 17.0 and WebQDA program respectively, and behavior mappings (Phase III). The categories included in the study were Social Play, Cognitive Play, Physical Activity, Materials/Equipment and Involvement. The results show that children stay outside for a very short period of time even with good weather conditions. Concerning involvement the results show low levels, being higher in the presence of nature elements. For the social category, the parallel and associative social interactions are the most common, being the latter promoted essentially by natural outdoor environments. The functional play is also the most frequent, although the levels of physical activity are very low, being the most frequently motor actions “stand” and “walk”.pt
dc.language.isoporpt
dc.publisherUniversidade de Aveiropt
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectPsicologiapt
dc.subjectCriançaspt
dc.subjectJardins de infânciapt
dc.subjectInteracção social - Criançaspt
dc.subject.otherJogo Livrept
dc.subject.otherEspaços Exteriorespt
dc.subject.otherImplicaçãopt
dc.subject.otherAffordancespt
dc.subject.otherInteraçãopt
dc.titleInteração criança-espaço exterior em jardim de infânciapt
dc.typedoctoralThesispt
thesis.degree.leveldoutoramentopt
thesis.degree.grantorUniversidade de Aveiropt
dc.identifier.tid101302258-
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DE - Teses de doutoramento

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