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dc.contributor.advisorBranco, Vasco Afonso da Silvapor
dc.contributor.advisorProvidência, Franciscopor
dc.contributor.authorRibeiro, Marlene Ferreirapor
dc.coverage.spatialAveiropor
dc.date.accessioned2011-04-19T13:35:21Z-
dc.date.available2011-04-19T13:35:21Z-
dc.date.issued2009por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10773/1200-
dc.descriptionMestrado em Designpor
dc.description.abstractA representação gráfica das cidades não é somente um contributo da contemporaneidade. A tradição heráldica há muito que se preocupa com esta questão. Em Portugal as cidades ganharam na década de trinta do século XX, uma estruturação gráfica no sentido da uniformização, através dos brasões municipais. O brasão mantém-se ainda hoje como elemento gráfico de assumido destaque para as autarquias. Figura no protocolo autárquico como símbolo da cidade e é usado, nomeadamente, em suportes de comunicação institucional. Porém, nas últimas duas década, principalmente, as cidades sentiram a necessidade de afirmar a sua identidade num sistema gráfico que lhes permitisse diferenciarem-se das demais. Assim, começa o investimento em marcas municipais, independentes do sistema de heráldica. O estudo centra-se nas cidades com autonomia administrativa, uma vez que a tendência de cada vez mais pessoas se fixarem nas cidades, faz com que sejam estas, no panorama local, a enfrentarem os grandes desafios da actualidade. Por outro lado, os órgãos de gestão das cidades são confrontados com novas e maiores responsabilidades. Hoje, as cidades vivem num ambiente fortemente competitivo e é real a concorrência entre si pela necessidade de atraírem investimentos e pessoas. A diferenciação através de uma marca que afirme a identidade da cidade e que reforce as suas convicções, é sem dúvida um activo importante demais para ser marginalizado. Com este estudo pretende-se clarificar antes de mais, o significado de marca e a sua aplicação na identificação das cidades. No caso específico das marcas municipais serão analisados os recursos técnicos, vestígio da sua construção sintáctica, objectos convocados para a sua significação e domínio das gramáticas gráficas presentes na avaliação da eficácia do impacto operacional das soluções gráficas, entendendo-se por eficácia a dimensão pragmática da comunicação visual de um lugar, suportada por uma certa singularidade simbólica. Se é certo que as gramáticas gráficas usadas nas actuais marcas municipais podem evidenciar uma retórica de afirmação da cidade, é também certo que a liberdade que é dada à representação, pode evidenciar uma dupla contrariedade: a imposição de um poder centrado no decisor político para a caracterização da cidade e a aprovação ingénua de uma solução perversa. ABSTRACT: The graphical representation of the cities are not a contribute of the contemporaneity. The heraldic tradition has long been concerned with this issue. In Portugal, in the 30s of the twentieth century, the cities gained a graphical structure towards uniformity, through municipal blazonry. The arms have been maintained until today as a very distinctive graphical element of the local autarchies. It is in the autarchic protocol as a symbol of the city and is particularly used in the institutional communications; however, especially in the last two decades, the cities felt the need to stress their identity through a graphical system that allows them to differentiate one from another. Thus began the investment in local brand, independent from the heraldic system This work is focused on cities with administrative autonomy. These are the ones dealing with all great challenges of the actuality which come from the trend to have more and more people living in the cities. The management department of the cities is faced with new and greater responsibilities. Today cities are living in a real highly competitive ambience due to the need to attract investment and people. The differentiation, through a mark that states the identity of the city and reinforces their beliefs, is undoubtedly an asset too important to be marginalized. This work intends, above all, to clarify the meaning of mark and its use in the identification of the cities. In specific cases, as in the local marks, the technical resources will be analyzed as a vestige of its syntactic construction, objects considered important for its meaning and domain of graphical grammaticism present in the evaluation of the effectiveness of the operational impact of graphic solutions. By effectiveness we mean the pragmatic dimension of visual communication of one place, supported by a certain symbolic singularity If it is true that the graphical grammaticism is used in the current local marks as a way to show a rhetorical assertion of the city, it is also true that the freedom that is given to representation may evidence a double contrariety: the imposition of a power centered on political decision taker for the characterization of the city and the approval of a naive but perverse solution.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade de Aveiropor
dc.relation.urihttp://opac.ua.pt/F?func=find-b&find_code=SYS&request=000231049por
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectDesignpor
dc.subjectMarcaspor
dc.subjectCidadespor
dc.titleUma cidade, uma marca: o contributo do design para a representação das cidadespor
dc.typemasterThesispor
thesis.degree.levelMestradopor
thesis.degree.grantorUniversidade de Aveiropor
Appears in Collections:UA - Dissertações de mestrado
DeCA - Dissertações de mestrado

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