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 Educação para a saúde e estudantes : as fontes e o impacto da informação
Please use this identifier to cite or link to this item http://hdl.handle.net/10773/3336

title: Educação para a saúde e estudantes : as fontes e o impacto da informação
authors: Gaspar, Pedro João Soares
advisors: Pereira, Anabela Maria de Sousa
Dixe, Maria dos Anjos
keywords: Educação para a saúde
Saúde pública
Saúde
issue date: 2006
publisher: Universidade de Aveiro
abstract: Capacitar os indivíduos para identificarem os seus problemas e necessidades, utilizarem adequadamente os seus recursos, e promoverem uma vida saudável, implica esforços conjuntos dos vários agentes da promoção da saúde. A forma como os jovens acedem à informação de saúde, e o impacto que esta tem nas suas práticas e comportamentos constitui uma questão de interesse fulcral neste grupo, onde não se verificou diminuição na mortalidade e morbilidade nos últimos anos. O objectivo deste estudo quantitativo, correlacional, transversal, foi averiguar as fontes de informação de saúde, o impacto auto-percepcionado da informação de saúde e a sua relação com alguns comportamentos (rodoviários, sexuais, alimentares, actividade física, sono, alcool, tabaco, drogas) em 1166 jovens de ambos os sexos, dos ensinos secundário e superior que responderam a um questionário construído para o efeito. A análise dos resultados revelou que: a) os estudantes auto-percepcionam de forma positiva o impacto da informação de saúde; b) os pares, a informação audiovisual e a família são as fontes de informação de saúde mais reconhecidas pelos estudantes, e a escola e a comunidade em sentido lato são as menos reconhecidas; c) quanto mais positivo é o impacto da informação de saúde auto-percepcionado pelos estudantes, maior é o reconhecimento das fontes de informação de saúde; d) o reconhecimento das fontes de informação de saúde correlaciona-se positivamente, e de forma estatisticamente significativa, com práticas e comportamentos sexuais, alimentares, rodoviários, de actividade física e de fumo de substâncias mais salutogénicos; e) a auto-percepção do impacto da informação de saúde correlaciona-se de forma positiva e estatisticamente significativa com todas as práticas e comportamentos determinantes de saúde estudados, à excepção do fumo de substâncias; f) existem diferenças em função do sexo, escalão etário, local de residência, nível de ensino e frequência de actividades relacionadas com a saúde na escola, no reconhecimento das fontes de informação de saúde, na auto-percepção do impacto dessa informação e nas práticas e comportamentos. Os resultados realçam a importância de serem tomadas em consideração estas diferenças na escolha das melhores estratégias para a divulgação da informação, incrementação de níveis mais elevados de literacia em saúde e criação de grupos de trabalho motivantes e efectivos nos desígnios da promoção da saúde. ABSTRACT: In order for individuals to identify their problems and needs, to use their resources adequately and to promote a healthy lifestyle, collaboration between several aspects of health promotion is required.The way in which young people have access to health information and the impact of this information on their practices and behaviours constitutes a crucial aspect in this population as no reduction of mortality and morbidity was registered in the previous years.The aim of this quantitative, correlational and transversal study was to find out the sources of health information, the self-perceived impact of health information and the relation with some behaviours (road safety behavior, sexual, eating habits, physical activity, sleep habits, alcohol, smoking and taking drugs) in 1166 young people, both male and female, of secondary and higher education, who answered a questionnaire to those effects. The analysis of the results revealed that: a) students perceived the impact of health information in a positive way; b) pairs, audiovisual information and family were the most accepted sources of health information, while the school and community were the least accepted sources; c) the more positively the students perceived the impact of health information, the greater was their acceptance of the source of the health information; d) the acceptance of health information was positively related in a statistically significant way with sexual practices, eating habits, road safety behavior, physical activity and smoking of substances in that the practices and behaviours were more healthy; e) the self-perceived impact of health information was positively related and statistically significant for all the health practices and behaviours which were studied except for substance smoking; f) there were differences related to gender, age, place of residence, qualification and frequency of activities related to health at school, in the acceptance of the impact of health information and in the practices and behaviours. The results highlight the importance of taking into consideration these differences when choosing the best strategies for spreading information, setting up the highest levels of health education and organizing interesting and effective work groups where health promotion is concerned.
description: Mestrado em Comunicação e Educação em Ciência
URI: http://hdl.handle.net/10773/3336
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