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 Capacidade de inovação empresarial e políticas públicas de incentivos
Please use this identifier to cite or link to this item http://hdl.handle.net/10773/1747

title: Capacidade de inovação empresarial e políticas públicas de incentivos
authors: Ferreira, Maria Clara Lopes
advisors: Diz, Henrique Manuel Morais
keywords: Gestão de empresas
Gestão estratégica
Inovação
issue date: 2009
publisher: Universidade de Aveiro
abstract: Hoje a capacidade de inovar é reconhecida como uma das principais vertentes da vantagem competitiva que conduz melhoria do desempenho empresarial. A perspectiva sistémica da inovação considera factores organizacionais e ambientais que influenciam o desempenho inovador e a competitividade empresarial. Este trabalho tem como objectivo apresentar, com base em modelos conceptuais propostos por vários autores, alguns factores determinantes, tanto estimulantes como moderadores, da capacidade inovadora das empresas. Não é possível encontrar um corpo único de teorias relacionadas com os factores que determinam o desempenho inovador da empresa. Contudo é consensual afirmar que, a capacidade de inovar e de inovação em si, não depende somente dos recursos internos associados as características e políticas da empresa, mas também de factores externos relacionados com a capacidade de aproveitamento das oportunidades do ambiente, a qual tende a ser diferente em diferentes contextos. Em geral, existe uma relação positiva do efeito da inovação sobre o desempenho da empresa. Os principais efeitos observados da inovação foram o aumento do volume de negócios, o aumento da quota de mercado, a melhoria da qualidade do produto, a redução dos custos unitários de produção, a melhoria da segurança ecológica e da saúde, assim como o cumprimento dos regulamentos e normas legais. Também foi objectivo do trabalho traçar um retrato da utilização dos incentivos públicos no apoio a inovação das empresas e avaliar em que medida vão ao encontro das suas especificidades e necessidades. Para tal foi feito um estudo empírico com base num “Caso de Estudo Múltiplo” com a participação de 6 empresas. As políticas públicas de incentivos foram consideradas pontualmente adequadas quando vocacionadas para as inovações associadas as actividades I&D e menos para as inovações organizacionais, mas com processos, no seu acesso e implementação, muito lentos e burocráticos. Os resultados do estudo sugerem que existe um desfasamento entre a operacionalização das políticas de inovação e a realidade das empresas. Estes desajustes têm levado a que a atitude das empresas, não existindo tais incentivos, teria sido a mesma, isto é, não modificaram as suas atitudes face a inovação pela existência de políticas públicas de incentivos. Estas configuraram-se mais como um elemento facilitador de acesso a alguns recursos financeiros, do que propriamente um factor externo impulsionador de actividades de inovação. ABSTRACT: Today the ability to innovate is recognized as one of the main sources of competitive advantage that leads to improved business performance. The systemic perspective of innovation contemplates organizational and environmental factors that influence the innovation performance and business competitiveness. In this sense this work is to present, based on conceptual models proposed by various authors, some determinative factors, has much stimulant as moderators, of the innovative capacity of companies. It is not possible to find a single body of theories related to the factors that determine the innovative performance of the company. However it is consensual to affirm that, the ability to innovate and innovation itself doesn't only depend of internal resources associated with the characteristics and policies of the company but also external factors related to the ability to take advantage of the environment opportunities, which tends to be different in different contexts. In general, there is a positive effect of innovation on company performance. The principal observed effects of the innovation, were the increase in turnover, increased market share, improve product quality, reduce material costs per unit of output, as well as improvement of ecological safety, health aspects and the fulfillment of regulations and laws. It was also this work objective to draw a picture of the use of government incentives to support business innovation and assess the extent to which they meet their specificity and needs. For such, an empirical study was done, based on a "Multiple Case Study" with the participation of 6 companies. The Public incentives policy, were considered punctually appropriate when targeting the innovations associated with the I&D activities and less to the organizational innovations, but with procedures, in access and implementation, very slow and bureaucratic. The study results suggest that there is a gap between the operationalization of innovation policies and the reality of companies, particularly small and micron companies. These misalignments have led that the companies attitude without such incentives, would have been the same, that is, they do not change their attitudes towards innovation by the existence of public policy incentives. These are shaped more like a facilitator of access to some financial resources, than an external factor booster of innovation activities.
description: Mestrado em Gestão
URI: http://hdl.handle.net/10773/1747
appears in collectionsDEGEI - Dissertações de mestrado
UA - Dissertações de mestrado

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