Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10773/28912
Title: Long-term changes in ichthyoplankton communities in an Iberian coastal ecosystem
Other Titles: Estudo de longo termo sobre mudanças nas comunidades ictioplanctónicas num ecossistema costeiro da Península Ibérica
Author: Monteiro, Marta Raquel Ferreira
Advisor: Azeiteiro, Ulisses Manuel de Miranda
Primo, Ana Lígia
Keywords: Fish larvae
Climate variability
Environmental variability
Mondego estuary
Extreme climatic events
Defense Date: 7-Jul-2020
Abstract: Estuaries play a key role as nurseries for fish larvae and are critical for the early life stages of fish development. However, these can be highly affected by direct human impacts as well as climate change. Climate variability distresses the ichthyoplankton assemblages with consequences in the marine pelagic food webs and fish populations biology (namely recruitment). This study aims to investigate the influence of environmental variability on interannual abundance of ichthyoplankton assemblages of the Mondego estuary (Portugal), on a long-term scale. For this, an ichthyoplankton sampling programme of 13 years (2003-2015) along six distinct sampling stations was analysed to evaluate spatial, seasonal and interannual changes of fish larvae distribution over periods of wet, regular and dry conditions. The larval fish community was dominated by Pomatoschistus spp. and Pomatoschistus microps across all seasons and precipitation regimes, with higher abundances of larvae occurring during summer and spring. Main changes on the ichthyoplankton community were related with species seasonality and phenology as well as a reduction on total larval abundance and an increase of marine species during extreme events. River flow, precipitation and consequently salinity appeared as the main factors influencing not only the abundance and number of species but also their distribution in the estuarine area, with a major appearance of marine species inside the estuary during dry periods.
Os estuários desempenham um papel crucial enquanto berçário para larvas de peixe sendo fundamentais durante as primeiras fases do ciclo de vida do desenvolvimento dos peixes. Os ecossistemas estuarinos são altamente afetados por impactos humanos e também por alterações climáticas. A variabilidade climática afeta as comunidades de ictioplâncton levando a alterações na cadeia trófica pelágica marinha e nos recursos pesqueiros (recrutamento). Este estudo tem como objetivo investigar a influência que a variabilidade ambiental tem nas alterações de abundância interanual de ictioplâncton no estuário do Mondego (Portugal). Para tal foi efetuado um programa de recolha de amostras ao longo de 13 anos (2003-2015) em seis locais de amostragem ao longo do estuário de modo a avaliar a distribuição espacial e sazonal das larvas de peixe relativamente a períodos de seca, chuvosos e regulares. A comunidade de larvas de peixe foi dominada por Pomatoschistus spp. e Pomatoschistus microps durante todas as estações do ano com abundância de larvas de peixe superior durante o verão e a primavera, independentemente das condições climáticas. As principais alterações à comunidade estão relacionadas com a sazonalidade e fenologia das espécies bem como uma redução na abundância total de larvas e um aumento de espécies marinhas durante eventos extremos. O caudal do rio, a precipitação e, consequentemente, a salinidade parecem ser os principais fatores a influenciar não só a abundância e o número de espécies, mas a sua distribuição dentro do estuário, com uma maior prevalência de espécies marinhas dentro do estuário durante anos secos.
URI: http://hdl.handle.net/10773/28912
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UA - Dissertações de mestrado

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