Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10773/26519
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dc.contributor.authorSouza, Vanessapt_PT
dc.contributor.authorBonifácio, Vitorpt_PT
dc.contributor.authorRodrigues, Ana V.pt_PT
dc.date.accessioned2019-09-11T09:45:10Z-
dc.date.available2019-09-11T09:45:10Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10773/26519-
dc.description.abstractA tarefa de avaliar como ocorre a aprendizagem nos museus de ciência pode tornar-se desafiadora ao exigir a compreensão de múltiplos fatores como, por exemplo, os interesses, motivações e conhecimentos prévios do visitante; as experiências em grupo e convívio social dentro do museu; a arquitetura e organização das temáticas. Neste artigo, apresenta-se uma revisão da literatura recente com o objetivo de percecionar que procedimentos metodológicos estão a ser adotados nas investigações da área de educação de ciências sobre a avaliação da aprendizagem em museus. Para isso, efetuou-se uma busca em cinco bases de dados com as palavras-chave “avaliação”, “aprendizagem” e “museus” nos idiomas português e inglês, sendo encontradas 1.182 publicações, no período de 2000 a 2015. Após leitura dos resumos, selecionaram-se oito artigos que abordam especificamente a avaliação das aprendizagens decorrentes de uma visita a um museu de ciência. Para análise dos dados, adotou-se a técnica de análise de conteúdo estabelecendo-se as seguintes categorias definidas a priori: abordagem do estudo; técnicas e instrumentos de recolha dos dados; processamento dos dados; e síntese dos resultados. Verificou-se que as investigações inseridas no paradigma quantitativo (três artigos) procuram medir os resultados das aprendizagens – por exemplo, ao estimar a compreensão das temáticas pelos visitantes ao saírem do museu considerando a aquisição ou ampliação de conhecimentos científicos. Por outro lado, as investigações de cariz qualitativo (dois artigos) analisam os processos envolvidos na experiência museal – tais como aspectos afetivos, lúdicos e sociais influenciados pela perceção, emoção e memória do visitante, compreendendo que a aprendizagem envolve outros aspetos para além dos conteúdos relacionados com a visita. Todavia, investigações que adotaram uma abordagem complementar, integrando métodos quantitativos e qualitativos (três artigos), compreenderam que a ocorrência de aprendizagem estava relacionada com uma gama de fatores inter-relacionados, como interesses, conhecimentos, opiniões e motivações, entendendo-a tanto como um processo, mas também como um produto. A análise efetuada indica que a estratégia de avaliação aplicada pelos investigadores está intrinsecamente associada à sua conceção sobre a natureza das aprendizagens proporcionadas pelos museus de ciência.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherInstituto Politécnico de Viana do Castelo. Escola Superior de Educaçãopt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectAprendizagem em museuspt_PT
dc.subjectAvaliaçãopt_PT
dc.subjectRevisão da literaturapt_PT
dc.titleA avaliação da aprendizagem em Museus de Ciências: uma revisão sistemática da literaturapt_PT
dc.typeconferenceObjectpt_PT
dc.description.versionpublishedpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.firstPage254pt_PT
degois.publication.lastPage260pt_PT
degois.publication.locationViana do Castelopt_PT
degois.publication.titleEducação em Ciências em múltiplos contextos – Atas do XVII Encontro Nacional de Educação em Ciências, XVII ENEC, I Seminário Internacional de Educação em Ciências, I SIECpt_PT
dc.relation.publisherversionhttp://apeduc.ipcb.pt/XVIIENEC_ATAS.pdfpt_PT
dc.identifier.esbn978-989-8756-17-6pt_PT
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