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dc.contributor.advisorSilva, Carlos Fernandes dapt
dc.contributor.advisorSantos, Isabel Maria Barbas dospt
dc.contributor.advisorVrij, Aldertpt
dc.contributor.authorOliveira, Beatriz Morais Melo dept
dc.date.accessioned2018-02-14T11:30:56Z-
dc.date.available2018-02-14T11:30:56Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10773/22157-
dc.descriptionDoutoramento em Psicologiapt
dc.description.abstractDetecting deceit is still a difficult task, despite researchers’ efforts to improve lie detection techniques. Several theories and techniques have been developed and tested. We begin this thesis with a general literature review of lie detection research, where the reasons to why people lie are outlined, as well as possible explanations to the difficulty of the lie detection processes. Then, we discuss multidisciplinary lie detection techniques based on verbal, non-verbal and psychophysiological cues. We end Chapter 1 with a more extensive review on cognitive-based lie detection techniques since multiple research suggests that lying is mentally more taxing than telling the truth. Scholars have been working on lie detection tools that can magnify the differences between liars and truth tellers by manipulating their mental state. Because liars are already in a vulnerable position due to lying, a request that increases their mental load may result in more cues of cognitive effort in liars than in truth tellers. These theories were the starting point for the empirical studies described in Chapters 2, 3 and 4, which aimed to overcome some of the problems than hamper lie detection. Chapter 2 describes a study where a Computerised Emotional Stroop Task (CEST) was used as a secondary task to impose cognitive load. The CEST was based on the orienting reflexes that guilty suspects seem to experience towards recognised information. Differences between liars and truth tellers emerged concerning some speech cues regardless of the condition (information-gathering interview or information-gathering interview and CEST). Results also suggested that the CEST imposed similar levels of cognitive load both in liars and truth tellers. Thus, researchers should be careful with the method used to increase cognitive load as it may affect all the interviewees. Chapter 3 consists of a study that involved elements from a Portuguese security force (GNR) whose task was to judge the veracity of statements collected during the study described in Chapter 2. In this study, we aimed to analyse the accuracy rate of the elements of GNR in discriminating liars and truth tellers during both interviewing conditions and to analyse the cues they rely on to make a judgment. Results suggested that observers tended to make veracity judgments based on emotional states such as nervousness, which can explain the low accuracy rate obtained. The study on Chapter 4 analysed the effects of social anxiety as an interpersonal difference in the cues elicited by lie detection processes. Interviewees with different levels of social anxiety lied or told the truth, and the results showed differences between liars and truth tellers socially and non-socially anxious. The main conclusion was that professionals should assess social anxiety before conducting lie detection interviews. Finally, in Chapter 5 we summarise the current studies and present their main conclusions and practical utilities. We discuss some common limitations on lie detection research and what can be done to improve it, also presenting a research line for future studies in the area.pt
dc.description.abstractVárias teorias e técnicas têm sido desenvolvidas e testadas para melhorar a deteção do engano. Iniciamos esta tese com uma revisão geral da literatura existente sobre deteção de mentiras, onde são abordadas as razões pelas quais as pessoas mentem, bem como possíveis explicações para a dificuldade destes processos. De seguida discutimos técnicas multidisciplinares de deteção de mentiras baseadas em pistas verbais, não-verbais e psicofisiológicas. Terminamos o Capítulo 1 com uma revisão mais ampla sobre técnicas de deteção de mentiras baseadas numa abordagem cognitiva, uma vez que mentir é geralmente mais exigente cognitivamente do que dizer a verdade. Investigadores têm desenvolvido ferramentas de deteção de mentiras que ampliem as diferenças entre mentirosos e inocentes, manipulando o seu estado mental. Uma vez que os mentirosos já estão numa posição vulnerável devido a estarem a mentir, uma tarefa que aumente sua carga mental pode resultar em mais pistas de esforço cognitivo nos mentirosos do que nos inocentes. Estas teorias foram o ponto de partida para os estudos empíricos descritos nos Capítulos 2, 3 e 4, que visaram superar alguns dos problemas que dificultam a deteção de mentiras. O Capítulo 2 descreve um estudo em que uma Tarefa de Stroop Emocional Computadorizada (TSEC) foi usada como tarefa secundária para impor carga cognitiva. A TSEC teve por base os reflexos orientados que os culpados parecem experimentar perante informações críticas que reconhecem. Diferenças entre mentirosos e inocentes emergiram em algumas pistas de discurso, independentemente da condição (entrevista de recolha de informação ou entrevista de recolha de informação e TSEC). Os resultados também sugerem que a TSEC impôs níveis semelhantes de carga cognitiva em mentirosos e inocentes. É sugerido que os investigadores tenham cuidado com o método usado para aumentar a carga cognitiva, pois este pode afetar todos os entrevistados. O Capítulo 3 consiste num estudo com elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR) cuja tarefa foi avaliar a veracidade de depoimentos do estudo do Capítulo 2. Neste estudo, analisámos a taxa de acerto dos elementos da GNR na discriminação de mentirosos e inocentes em ambas as condições de entrevista, bem como aquilo em que se basearam para julgar. Os resultados sugerem que os observadores tendem a fazer julgamentos de veracidade baseados em estados emocionais, como nervosismo, o que pode explicar a baixa taxa de acerto obtida. O estudo do Capítulo 4 analisou os efeitos da ansiedade social como diferença interpessoal nas pistas exibidas durante entrevistas de deteção de mentiras. Os entrevistados, com diferentes níveis de ansiedade social, mentiram ou não, e os resultados mostraram diferenças, sugerindo que os profissionais devem avaliar a ansiedade social antes de realizar estas entrevistas. Finalmente, no Capítulo 5 revemos os estudos, salientando as suas principais conclusões e impacto na prática. Discutimos ainda algumas limitações dos estudos de deteção de mentiras, apresentando sugestões para melhorá-los, bem como linhas de investigação promissoras para o futuro.pt
dc.language.isoengpt
dc.publisherUniversidade de Aveiropt
dc.relationFCT / FSE - SFRH/ BD/ 79185/ 2011pt
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectPsicologia forensept
dc.subjectAnsiedadept
dc.subjectPsicologia do comportamentopt
dc.subjectMentirapt
dc.subjectComportamento socialpt
dc.subject.otherLie detectionpt
dc.subject.otherCognitive loadpt
dc.subject.otherSpeech cuespt
dc.subject.otherVerbal codingpt
dc.subject.otherObservation biaspt
dc.subject.otherLying stereotypespt
dc.subject.otherSocial anxietypt
dc.titleStudy of the efficacy of new tools for detecting deceitpt
dc.title.alternativeEstudo da eficácia de novas técnicas de deteção do enganopt
dc.typedoctoralThesispt
thesis.degree.leveldoutoramentopt
thesis.degree.grantorUniversidade de Aveiropt
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