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 Qualidade dos alimentos prontos a servir do distrito de Aveiro
Please use this identifier to cite or link to this item http://hdl.handle.net/10773/7972

title: Qualidade dos alimentos prontos a servir do distrito de Aveiro
authors: Mariano, Luísa Alexandra Antunes
advisors: Almeida, Adelaide
Figueiredo, Maria do Rosário Fátima Lopes
keywords: Microbiologia
Segurança alimentar
Alimentos - Toxicologia
Bactérias patogénicas
HACCP (Hazard Analysis and Critical Control Point) (Food safety system)
issue date: 19-Dec-2011
publisher: Universidade de Aveiro
abstract: Nos últimos anos, observou-se um aumento do consumo de alimentos prontos a comer em estabelecimentos de restauração a nível mundial. Consequentemente, a vigilância microbiológica dos alimentos produzidos nestas unidades tornou-se uma área de grande interesse do ponto de vista da Saúde Publica. O objectivo deste estudo foi avaliar a qualidade microbiológica dos alimentos prontos a comer (alimentos cozinhados, alimentos mistos e saladas) servidos em restaurantes, escolas e lares do Distrito de Aveiro. Esta avaliação foi realizada de acordo com a legislação elaborada pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. O período de estudo foi de sete anos (2004 a 2010). Foram estudadas 3295 amostras de alimentos e 2031 amostras de utensílios utilizados na confecção dos alimentos. Os alimentos e utensílios foram submetidos e avaliados através de análises microbiológicas de quantificação de microrganismos a 30°C, bolores e leveduras, coliformes totais, E. coli, S. aureus, Clostridium e presença de Listeria e Salmonella. Os resultados mostraram que os alimentos mistos foram os que apresentaram maior percentagem de amostras não satisfatórias (41%). Dos três tipos de instituições estudadas os restaurantes foram os que apresentaram alimentos com pior qualidade microbiológica (25% de amostras não satisfatórias) e os lares foram as que apresentaram menos amostras não satisfatórias (14% de amostras não satisfatórias). Nas escolas a percentagem de amostras não satisfatórias foi de 15%. Os microrganismos a 30°C foram os que mais frequentemente ultrapassaram o valor legislado (em 19% das amostras). Os microrganismos patogénicos mais implicados na má qualidade dos alimentos foram os Staphylococcus aureus (ultrapassaram o valor limite em 1% das amostras). Durante o período de estudo observou-se um aumento progressivo da qualidade microbiológica dos alimentos prontos a comer. Apesar da implementação do sistema HACCP nos estabelecimentos de restauração em Portugal em 1998, a percentagem de alimentos prontos a comer, servidos nestes estabelecimentos, que apresentam má qualidade microbiológica é ainda muito alta (18% em média).

In recent years, emerged a trend of increasing consumption of ready to eat food in catering establishments worldwide. Consequently, the microbiological surveillance of food produced in these units has become an area of great interest from the point of view of Public Health. The aim of this study was to evaluate the microbiological quality of ready to eat food (cooked food, mixed food and salads) served in restaurants, schools and nursing homes in the District of Aveiro. This evaluation was performed in accordance with the rules established by the National Institute of Health Dr. Ricardo Jorge. The study period was seven years (2004 to 2010), and were analyzed 3295 samples of food and 2031 samples of cooking utensils. The food and cooking utensils were evaluated through microbiological quantification of microorganisms at 30 ° C, yeasts and molds, total coliforms, E. coli, S. aureus, Clostridium and presence of Listeria and Salmonella. The results showed that mixed food presented the highest percentage of unsatisfactory samples (41%). Of the three types of institutions studied, the restaurants were those with the worst microbiological quality of food (25% of unsatisfactory samples) and old nursing homes showed the best quality (14% of unsatisfactory samples). In schools the percentage of unsatisfactory samples was 15%. Microorganisms at 30 ° C were the parameter that more often exceeded the legislated value (19% of samples). The pathogenic microorganisms most commonly implicated in the poor quality of food were Staphylococcus aureus (exceeded the limit in 1% of samples). During the study period there was a progressive increase in the microbiological quality of ready to eat food. Despite the implementation of HACCP in restaurants in Portugal in 1998, the percentage of ready to eat food served in these establishments that present a poor microbiological quality is still very high (18% on average).
description: Mestrado em Microbiologia
URI: http://hdl.handle.net/10773/7972
appears in collectionsBIO - Dissertações de mestrado
UA - Dissertações de mestrado

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