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 O engenho e a arte em Cantéyodjayâ de Olivier Messiaen
Please use this identifier to cite or link to this item http://hdl.handle.net/10773/5543

title: O engenho e a arte em Cantéyodjayâ de Olivier Messiaen
authors: Santana, Helena
Santana, Maria do Rosário da Silva
keywords: Olivier Messian
Cantéyodjayâ
Música piano
Formalização musical
Ritmo
issue date: May-2007
publisher: Departamento de Comunicação e Arte, Universidade de Aveiro
abstract: Definindo uma nova e marcante forma de abordar e pensar o musical, a ousadia da pesquisa efectuada pelo compositor francês Olivier Messaien, a mestria da sua técnica e a originalidade do seu pensamento, fazem dele um dos maiores autores de toda a História da Música. O trabalho sobre a cor, a harmonia, o uso do canto dos pássaros, o desenvolvimento do ritmo e da duração como parâmetros cuja função estrutural e estruturante se encontra ao mesmo nível de outros parâmetros discursivos, nomeadamente a altura, fazem-no único. A introdução de diversos elementos da natureza, nomeadamente o canto dos pássaros, e a descrição dos ambientes da natureza próprios ao seu habitat são uma constante. A sua obra revela-se ainda, um edifício de Fé Cristã. Toda a sua produção musical, nomeadamente a pianística, reflecte estes princípios e factos. Yvone Loriod, será a pessoa e intérprete que mais influenciará e marcará a sua obra para piano. A sua mestria técnica e a sua capacidade interpretativa redimensionam-se na escrita do compositor. Através de uma técnica sem mácula Yvone Loriod traduz um universo que também é seu. A obra para piano solo Cantéyodjayâ (1949), composta durante a sua estadia no Berkshire Music Center, condensa diversas técnicas e preocupações compositivas do seu autor, reflectindo igualmente a técnica interpretativa de Yvone Loriod. A obra, que se liga directamente a Quatre Études du Rythme, Neumes Rythmiques, Mode de Valeurs et d’intensités e Iles de Feu I e II, utiliza diversos deci-tâlas, séries cromáticas a nível rítmico e diversos procedimentos de criação e transformação rítmica. Através dela propomo-nos mostrar as diversas vertentes da sua técnica e escrita que, respondendo a um forte apelo criativo, desenvolve uma linguagem onde realiza a simbiose entre duas fortes componentes sensoriais - o som e a cor – dignificando e aspirando ao Divino. Pretendemos ainda mostrar de que forma a técnica interpretativa de Yvone Loriod concorre para este facto, e de que forma a sua escrita eleva e redimensiona a produção musical deste instrumento. Para alguns autores a dimensão da sua produção musical para piano é considerada somente superior à produção musical de Claude Debussy.
URI: http://hdl.handle.net/10773/5543
source: Performa'07 - encontros de investigação em performance
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