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 Ethics and family relationships in "My sister's keeper" by Jodi Picoult
Please use this identifier to cite or link to this item http://hdl.handle.net/10773/3888

title: Ethics and family relationships in "My sister's keeper" by Jodi Picoult
other titles: Ética e relações familiares em "My sister's keeper" de Jodi Picoult
authors: Silva, Helena Maria Mariano da Maia
advisors: Ferreira, Maria Aline Salgueiro Seabra
keywords: Literatura norte-americana
Família
issue date: 2010
publisher: Universidade de Aveiro
abstract: Desenvolvimentos recentes na área da biotecnologia e pesquisa genética levantam complexas questões éticas relacionadas com o legítimo alcance e limites da intervenção genética. Com a possibilidade de intervir no genoma humano com o objectivo de evitar doenças, a comunidade científica entende que a espécie humana poderá em breve ter controlo sobre a sua evolução biológica. “Playing God” é uma expressão frequentemente usada para classificar esta auto-transformação das espécies, a qual parece cada vez mais vir a tornar-se realidade. A literatura, vivendo lado a lado com estes avanços científicos, tem a possibilidade de “brincar” com temas que vão desde o espaço, ideologia, raça, etnia, futuros utópicos ou criaturas de laboratório criadas para desafiar, ou talvez ser reflexo da nossa própria humanidade, antevendo mudanças que as novas tecnologias possam trazer. E, uma vez que vivemos num tempo em que os avanços tecnológicos levaram as nossas capacidades para lugares antigamente só imaginados na ficção científica, a literatura tem também a oportunidade de explorar questões levantadas pela clonagem humana, inteligência artificial e engenharia genética, ou outras questões bioéticas. Jodi Picoult, escritora Americana, tem dedicado a sua escrita a assuntos do dia a dia e a temas actuais e controversos, como por exemplo a engenharia genética e a perspectiva de “saviour siblings” com todas as implicações éticas, tema do livro My Sister’s Keeper, que me proponho analisar neste trabalho.

Recent developments in biotechnology and genetic research are raising complex ethical questions concerning the legitimate scope and limits of genetic intervention. With the possibility of intervening in the human genome to prevent diseases, the scientific community feels that the human species might soon be able to take its biological evolution in its own hands. “Playing God” is an expression commonly used to refer to this self-transformation of the species which, from the evidence, might soon be a reality. Living side-by-side with these advances, literature has the chance “to play” with themes such as outer space, ideology, race and ethnicity, utopian futures, or laboratory beings created to defy, or perhaps reflect our own humanity, dealing with changes that new technologies might bring about. And as we are living at a time when technological advances have moved our capabilities to places previously only imagined in science fiction, literature also has the opportunity to explore questions raised by human cloning, artificial intelligence and genetic engineering or other bioethical issues. Jodi Picoult, an American novelist has been devoting her writings to several present-day events and controversial issues such as genetic engineering and the prospect of “savior siblings” with all its ethical implications, dealt with in My Sister’s Keeper, the novel I will be presenting in this work.
description: Mestrado em Estudos Ingleses
URI: http://hdl.handle.net/10773/3888
appears in collectionsDLC - Dissertações de mestrado
UA - Dissertações de mestrado

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